Drª. Meiriane de Pinho MartinsDiagnóstico por imagem em São Luís, Maranhão
Radiologista com título de especialista pelo CBR, dedicada aos procedimentos intervencionistas de mama: core biopsy, punção, mamotomia e marcação pré-cirúrgica.
A etapa em que o diagnóstico se define
A Drª. Meiriane de Pinho Martins é médica radiologista com atuação concentrada na imaginologia mamária e, dentro dela, nos procedimentos intervencionistas. Sua rotina não termina na leitura da imagem: começa nela e segue até a coleta do material. Core biopsy, punção mamária, biópsia a vácuo e marcação pré-cirúrgica são etapas em que a imagem deixa de descrever e passa a orientar a mão que trabalha.
Graduou-se em Medicina pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e obteve a especialidade em Radiologia e Diagnóstico por Imagem em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Tem Título de Especialista pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), entidade da qual é membro titular. Dedica-se à mamografia, ao ultrassom de mama e axila e aos procedimentos guiados por imagem, com registro de qualificação de especialista sob RQE 4549 no Conselho Regional de Medicina do Maranhão.
Além da Preciore, atua em serviços de São Luís como o Hospital do Câncer Aldenora Bello e o Hospital da Mulher. Na clínica, ocupa a posição em que imagem e cirurgia se encontram: é a marcação pré-cirúrgica que diz ao mastologista onde entrar, e é o material da biópsia que permite à oncologia planejar o tratamento com o tipo da lesão já conhecido, e não presumido.
Procedimentos intervencionistas de mama
Existe um intervalo entre ver uma lesão e saber o que ela é. Os procedimentos intervencionistas ocupam esse intervalo. Guiada pela mamografia ou pelo ultrassom, uma agulha alcança a lesão e retira material para análise no laboratório de patologia. É esse material que define o tipo, o grau e o comportamento da lesão, informação que nenhuma imagem, por nítida que seja, consegue fornecer sozinha.
A consequência prática é grande: décadas atrás, esclarecer uma lesão suspeita significava levar a paciente ao centro cirúrgico. Hoje, na maior parte dos casos, a resposta vem de um procedimento ambulatorial com anestesia local, sem internação e sem cicatriz relevante. E quando a cirurgia é realmente necessária, ela chega planejada, porque o diagnóstico já está pronto antes de a paciente entrar na sala.
Quando um procedimento na mama é necessário?
Indicar uma biópsia é indicar uma resposta, não antecipar um diagnóstico. Muitas lesões biopsiadas são benignas, e o procedimento existe exatamente para encerrar a dúvida com material analisado em laboratório.
Como a radiologia participa da jornada da paciente
Na Preciore, quem realiza e interpreta o exame discute os achados diretamente com a mastologia e a oncologia. Essa proximidade entre o diagnóstico por imagem e a conduta clínica reduz repetições de exame, encurta o tempo até a definição do caso e mantém a mesma equipe acompanhando a paciente em todas as etapas.
Orientações do Colégio Brasileiro de Radiologia
O Colégio Brasileiro de Radiologia, em diretriz conjunta com a Sociedade Brasileira de Mastologia e a Febrasgo, recomenda o rastreamento mamográfico anual para mulheres de risco habitual entre 40 e 74 anos. A padronização do laudo pela classificação BI-RADS permite que exames feitos em momentos e serviços diferentes sejam comparados de forma consistente.
Diretriz conjunta CBR, SBM e FebrasgoA importância do cuidado especializado com as mamas no Maranhão
Para 2026, o Instituto Nacional de Câncer estima aproximadamente 1.130 novos casos de câncer de mama feminino no Maranhão, 320 deles em São Luís. Esses números reforçam a importância do acesso ao rastreamento, ao diagnóstico preciso e ao acompanhamento especializado perto de casa.
Realizar o exame e a biópsia no mesmo serviço em que a consulta acontece evita deslocamentos e permite que o achado seja discutido com a equipe clínica no mesmo endereço, em São Luís.
Fonte: INCA, Estimativa de incidência de câncerComo funciona o atendimento
Preciso de encaminhamento?
Não. Você pode marcar diretamente, tanto no particular quanto na maioria dos convênios. Se tiver um pedido médico, traga junto.
O que levar na consulta?
Documento com foto, carteirinha do convênio, lista de medicamentos em uso e todos os exames anteriores das mamas.
Exames antigos ainda servem?
Sim, e são muito úteis: a comparação com exames anteriores é o que mostra se algo mudou ao longo do tempo.
Como faço o agendamento?
Pelo WhatsApp (98) 98419-0885 ou pelo telefone (98) 3020-8484, de segunda a sexta, das 7h às 18h.
Atende convênio ou particular?
Atendimento particular e pelos principais convênios. Consulte a cobertura do seu plano com a nossa recepção.
Quando o retorno é necessário?
Sempre que houver exames a revisar ou conduta a definir. A recepção agenda o retorno já na saída da consulta.
Consulta, exame e tratamento no mesmo lugar
A Preciore é a primeira clínica de São Luís dedicada exclusivamente ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das doenças da mama. Em um único espaço, a paciente encontra equipe multiprofissional, estrutura moderna e exames de alta precisão, sem precisar recomeçar o caminho em cada etapa.
Perguntas frequentes sobre leitura do laudo, BI-RADS e microcalcificações
Quem é a Dra. Meiriane Pinho?
A Dra. Meiriane Pinho é médica radiologista especialista em imagem da mama na Clínica Preciore, em São Luís (MA), CRM/MA 3742 e RQE 4549. Realiza e interpreta mamografias e ultrassonografias mamárias, produzindo os laudos que orientam a conduta da equipe de mastologia.
O que significa BI-RADS 0 no laudo?
BI-RADS 0 quer dizer exame incompleto, não é um resultado, é um pedido. A radiologista viu algo que precisa ser esclarecido com incidências adicionais, ultrassom ou comparação com exames antigos. Não indica gravidade, indica que falta informação para concluir.
BI-RADS 1 e BI-RADS 2 são resultados bons?
Sim. BI-RADS 1 significa exame normal, sem nenhum achado. BI-RADS 2 significa achado benigno identificado, como cisto simples, calcificação típica ou linfonodo normal. Nos dois casos a conduta é a mesma: manter o rastreamento na periodicidade habitual.
O que é BI-RADS 3 e por que preciso repetir em 6 meses?
BI-RADS 3 é achado provavelmente benigno, com menos de 2% de chance de ser câncer. Em vez de biopsiar de imediato, acompanha-se por imagem, em geral a cada 6 meses por dois a três anos. Se permanecer estável, é reclassificado como benigno; se mudar, a conduta muda.
O que são microcalcificações e elas indicam câncer?
Microcalcificações são pequenos depósitos de cálcio no tecido mamário, visíveis apenas na mamografia. A grande maioria é benigna. O que importa não é a presença, mas o padrão: forma, densidade e distribuição. Agrupamentos com formato irregular ou distribuição linear e ramificada exigem investigação.
Por que é tão importante levar os exames antigos?
Porque a comparação é uma ferramenta diagnóstica. Um achado estável há anos costuma ser benigno; o mesmo achado, se é novo, torna-se suspeito. Sem o exame anterior, a radiologista pode precisar reconvocar ou indicar biópsia numa situação que a comparação resolveria.
O que aparece na mamografia quando há câncer de mama?
Os sinais mais frequentes são nódulo de contorno irregular ou espiculado, microcalcificações agrupadas com padrão suspeito, distorção da arquitetura do tecido e assimetria nova em relação ao exame anterior. Nenhum desses achados fecha o diagnóstico sozinho, quem confirma é a biópsia.
Quem faz o laudo é quem define o tratamento?
Não. A radiologista descreve o achado, classifica em BI-RADS e recomenda uma conduta. Quem decide o que fazer é a mastologista, que integra a imagem ao exame clínico, ao histórico, aos exames anteriores e ao risco pessoal da paciente. Laudo é uma peça, não a decisão.
As informações desta página têm caráter educativo e não substituem a consulta médica. Cada caso exige avaliação individual.
O primeiro passo é uma conversa
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