Drª. Raissa Cruz OliveiraMastologia em São Luís, Maranhão
Mastologista da Preciore desde o início da clínica, dedicada à investigação de nódulos e doenças benignas da mama e à cirurgia oncoplástica.
Da escuta clínica à conduta cirúrgica
Presente desde o início da Preciore, a Drª. Raissa Cruz Oliveira é mastologista e atende em São Luís. Sua rotina reúne o diagnóstico e o tratamento das doenças mamárias benignas e malignas, com atenção particular ao que leva a maior parte das mulheres ao consultório: um nódulo recém-percebido, uma dor que se repete, um cisto que apareceu no ultrassom. Realiza biópsias, punções, cirurgias de nódulos e o manejo de neoplasias da mama.
Tem Título de Especialista em Mastologia pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Mastologia, obtido em 2012, e pós-graduação em Cirurgia Oncoplástica da Mama pela Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte, concluída em 2016. Essa formação cirúrgica sustenta as duas pontas da sua atuação: a investigação de achados que ainda não têm classificação definida e a cirurgia quando ela se mostra necessária. Participa dos conteúdos educativos do podcast da Preciore, esclarecendo temas como fibroadenomas, rastreamento e cuidados cotidianos com as mamas.
É reconhecida pelas pacientes pela escuta atenta e pela clareza nas explicações, o que aparece no acompanhamento clínico e cirúrgico ao longo de todas as etapas do tratamento. Na Preciore, o caso não circula sozinho: os exames de imagem e as biópsias são realizados por radiologistas dedicadas à mama dentro da própria clínica, e quando o diagnóstico exige tratamento sistêmico, reabilitação ou suporte emocional, a oncologia clínica, a fisioterapia, a nutrição e a psicologia estão na mesma equipe.
Conteúdo educativo no InstagramA maior parte das alterações é benigna
A maior parte do que aparece na mama não é câncer. Fibroadenomas, cistos, alterações fibrocísticas, processos inflamatórios e nódulos que mudam de tamanho conforme o ciclo menstrual formam o volume maior das consultas em mastologia. Reconhecer esses quadros com segurança é tão importante quanto identificar o que é maligno, porque evita dois erros opostos: tratar como grave aquilo que é benigno e acompanhar de forma frouxa aquilo que precisava de investigação imediata. A diferença entre um e outro está no método.
Nódulo, dor mamária e secreção são queixas distintas e exigem raciocínios distintos. O exame clínico orienta o primeiro passo, a imagem define característica, tamanho e localização, e a punção ou a biópsia responde quando a dúvida permanece. Muitos achados apenas precisam de acompanhamento em intervalos definidos; outros pedem retirada cirúrgica por crescimento, por incômodo ou por resultado indeterminado. Explicar essa diferença com clareza é o que permite à paciente sair da consulta sabendo o que tem, e não só o que não tem.
Quando um nódulo na mama precisa de avaliação?
Nódulos são achados frequentes e, na maioria das vezes, benignos. A investigação existe para separar o que precisa de conduta do que apenas precisa ser acompanhado, com calma e em intervalos definidos.
Como a mastologista participa da jornada da paciente
Na Preciore, a mastologia atua de forma integrada com oncologistas, radiologistas, médica geneticista, enfermagem de navegação, nutrição, psicologia e fisioterapia. Essa integração permite acompanhar a paciente desde a prevenção e o diagnóstico até o tratamento e a recuperação, com a mesma equipe do começo ao fim.
Orientações da Sociedade Brasileira de Mastologia
A Sociedade Brasileira de Mastologia, em conjunto com o Colégio Brasileiro de Radiologia e a Febrasgo, recomenda o rastreamento mamográfico anual para mulheres de risco habitual entre 40 e 74 anos. Mulheres com histórico familiar, mutações genéticas, mamas densas ou outros fatores de risco podem necessitar de acompanhamento individualizado e exames complementares.
Diretriz conjunta CBR, SBM e FebrasgoA importância do cuidado especializado com as mamas no Maranhão
Para 2026, o Instituto Nacional de Câncer estima aproximadamente 1.130 novos casos de câncer de mama feminino no Maranhão, 320 deles em São Luís. Esses números reforçam a importância do acesso ao rastreamento, ao diagnóstico preciso e ao acompanhamento especializado perto de casa.
Atender perto de casa encurta o tempo entre o achado e o diagnóstico: na Preciore, a consulta, os exames de imagem e a biópsia acontecem no mesmo endereço, em São Luís.
Fonte: INCA, Estimativa de incidência de câncerComo funciona o atendimento
Preciso de encaminhamento?
Não. Você pode marcar diretamente, tanto no particular quanto na maioria dos convênios. Se tiver um pedido médico, traga junto.
O que levar na consulta?
Documento com foto, carteirinha do convênio, lista de medicamentos em uso e todos os exames anteriores das mamas.
Exames antigos ainda servem?
Sim, e são muito úteis: a comparação com exames anteriores é o que mostra se algo mudou ao longo do tempo.
Como faço o agendamento?
Pelo WhatsApp (98) 98419-0885 ou pelo telefone (98) 3020-8484, de segunda a sexta, das 7h às 18h.
Atende convênio ou particular?
Atendimento particular e pelos principais convênios. Consulte a cobertura do seu plano com a nossa recepção.
Quando o retorno é necessário?
Sempre que houver exames a revisar ou conduta a definir. A recepção agenda o retorno já na saída da consulta.
Consulta, exame e tratamento no mesmo lugar
A Preciore é a primeira clínica de São Luís dedicada exclusivamente ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das doenças da mama. Em um único espaço, a paciente encontra equipe multiprofissional, estrutura moderna e exames de alta precisão, sem precisar recomeçar o caminho em cada etapa.
Perguntas frequentes sobre prevenção e fatores de risco do câncer de mama
Quem é a Dra. Raissa Cruz?
A Dra. Raissa Cruz é médica mastologista em São Luís (MA), CRM/MA 5507 e RQE 1820, do corpo clínico da Clínica Preciore. Atua em prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças da mama, com atenção particular ao papel do estilo de vida na redução de risco.
Dá para prevenir o câncer de mama?
Não existe prevenção absoluta, mas existe redução de risco comprovada. Atividade física regular, controle do peso, redução do consumo de álcool, sono adequado e amamentação, quando possível, diminuem o risco. Somado ao rastreamento em dia, isso muda desfechos, porque encontrar cedo é o que mais protege.
Fonte: INCA, fatores de risco e prevenção do câncer de mamaExercício físico reduz o risco de câncer de mama?
Sim. A atividade física regular está entre os fatores de proteção mais consistentes, tanto antes quanto depois do diagnóstico. Ela atua no controle do peso, na sensibilidade à insulina e nos níveis hormonais, três mecanismos ligados ao desenvolvimento do tumor.
Bebida alcoólica aumenta o risco de câncer de mama?
Sim. O álcool é um fator de risco reconhecido e o efeito é dose-dependente: quanto maior o consumo habitual, maior o risco. Não há uma quantidade estabelecida como totalmente segura para a mama, por isso a orientação é reduzir ao mínimo.
Obesidade tem relação com câncer de mama?
Tem. O excesso de peso, especialmente após a menopausa, aumenta o risco e também piora o prognóstico de quem já foi diagnosticada. Os mecanismos envolvem inflamação crônica, resistência à insulina e produção de estrogênio pelo tecido gorduroso.
Quem tem histórico familiar precisa fazer algo diferente?
Sim. Histórico de câncer de mama ou de ovário em parentes próximos, casos em idade jovem ou câncer de mama masculino na família indicam avaliação de risco. Dependendo do resultado, o rastreamento começa mais cedo, é mais frequente ou inclui ressonância magnética.
Com que idade devo começar a me consultar com mastologista?
Não existe idade fixa. A partir dos 40 anos a consulta entra na rotina junto com o rastreamento por imagem. Antes disso, procure a mastologista se houver histórico familiar relevante, nódulo palpável, dor persistente, secreção pelo mamilo ou qualquer alteração na pele da mama.
Anticoncepcional e reposição hormonal aumentam o risco?
O efeito existe, mas é pequeno e precisa ser pesado caso a caso. O anticoncepcional hormonal eleva discretamente o risco durante o uso, com retorno gradual depois da interrupção. A terapia hormonal da menopausa tem risco variável conforme o tipo, a dose e o tempo de uso, decisão individualizada com a médica.
As informações desta página têm caráter educativo e não substituem a consulta médica. Cada caso exige avaliação individual.
O primeiro passo é uma conversa
Atendimento particular e pelos principais convênios. Fale com a nossa equipe pelo WhatsApp e escolha o melhor horário.

