Drª. Rachel Jorge Dino Cossetti LealOncologia clínica em São Luís, Maranhão
Oncologista clínica dedicada ao câncer de mama e à oncogenética, avalia risco familiar e usa a informação genética para orientar decisões de tratamento e de rastreamento.
Genética e decisão de tratamento
A Drª. Rachel Jorge Dino Cossetti Leal é oncologista clínica com atuação em câncer de mama, tumores ginecológicos e oncogenética. Além de conduzir o tratamento medicamentoso, dedica-se a uma pergunta que muitas famílias trazem para o consultório: por que este câncer apareceu e o que isso significa para filhas, irmãs e mães. A oncogenética é a área que investiga a origem herdada de parte dos tumores e o que ela altera na conduta.
Graduou-se em Medicina pela Universidade Federal do Maranhão (2007), fez residência em Clínica Médica no Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo e residência em Cancerologia Clínica no Hospital Sírio-Libanês. Concluiu formação voltada ao câncer de mama na BC Cancer Agency, em Vancouver, no Canadá. É mestre pela UFMA, foi professora do curso de Medicina da mesma universidade e integra a diretoria do CBECAM. Criou a campanha Março Lilás, em 2016, e o Projeto Bem Viver, e tem publicações em revistas científicas internacionais.
Na Preciore, a avaliação de risco hereditário não é um atendimento isolado. A suspeita costuma nascer na consulta de mastologia ou na leitura de um exame de imagem, e a investigação segue junto com a genética médica da clínica. Quando o resultado muda a conduta, a decisão volta para a mesa com a cirurgia da mama. Ao longo do tratamento, enfermagem de navegação, nutrição, psicologia e fisioterapia acompanham cada etapa.
Conteúdo educativo no InstagramQuando o risco vem da família
A maior parte dos casos de câncer de mama não é hereditária. Ainda assim, uma parcela está ligada a variantes genéticas herdadas, BRCA1 e BRCA2 são as mais conhecidas, e identificar isso muda decisões concretas. Muda a idade em que o rastreamento começa, o tipo de exame usado no acompanhamento, a discussão sobre estratégias de redução de risco e, em algumas situações, a escolha do medicamento. Abre também a conversa com familiares que podem avaliar o próprio risco a partir dessa informação.
Por isso a avaliação começa antes do exame. Ela parte da história da família: quem adoeceu, com que idade, de qual tumor, em quantas gerações. É esse mapa que indica se o teste genético tem algo a acrescentar e qual painel faz sentido solicitar. O resultado, positivo, negativo ou inconclusivo, precisa de leitura clínica, porque um dado isolado não define conduta. E a conversa sobre o que fazer com essa informação é parte do atendimento, não uma etapa deixada para depois.
Quando vale investigar o risco hereditário?
Nenhum desses itens indica, por si só, a presença de uma alteração genética. Eles apenas sugerem que a investigação pode ajudar. A indicação do teste é individual e discutida em consulta, a partir da história completa.
Como a oncologia participa da jornada da paciente
Na Preciore, a oncologia clínica entra junto com a mastologia na definição do plano de tratamento e permanece ao lado da paciente durante todo o percurso, apoiada por enfermagem de navegação, nutrição, psicologia e fisioterapia. O objetivo é que cada etapa seja explicada com clareza e que o cuidado não se interrompa entre uma fase e outra.
Orientações da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
A conduta em oncologia clínica é definida a partir do tipo e do estágio do tumor, das características biológicas da doença e das condições clínicas de cada paciente. Sociedades como a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica acompanham e divulgam as evidências que orientam essas decisões, revisadas periodicamente conforme novos estudos são publicados.
Sociedade Brasileira de Oncologia ClínicaA importância do cuidado especializado com as mamas no Maranhão
Para 2026, o Instituto Nacional de Câncer estima aproximadamente 1.130 novos casos de câncer de mama feminino no Maranhão, 320 deles em São Luís. Esses números reforçam a importância do acesso ao rastreamento, ao diagnóstico preciso e ao acompanhamento especializado perto de casa.
Fazer o acompanhamento oncológico perto de casa reduz o desgaste dos deslocamentos ao longo de um tratamento que costuma durar meses, na Preciore, as consultas e o apoio multiprofissional acontecem no mesmo endereço, em São Luís.
Fonte: INCA, Estimativa de incidência de câncerComo funciona o atendimento
Preciso de encaminhamento?
Não. Você pode marcar diretamente, tanto no particular quanto na maioria dos convênios. Se tiver um pedido médico, traga junto.
O que levar na consulta?
Documento com foto, carteirinha do convênio, lista de medicamentos em uso e todos os exames anteriores das mamas.
Exames antigos ainda servem?
Sim, e são muito úteis: a comparação com exames anteriores é o que mostra se algo mudou ao longo do tempo.
Como faço o agendamento?
Pelo WhatsApp (98) 98419-0885 ou pelo telefone (98) 3020-8484, de segunda a sexta, das 7h às 18h.
Atende convênio ou particular?
Atendimento particular e pelos principais convênios. Consulte a cobertura do seu plano com a nossa recepção.
Quando o retorno é necessário?
Sempre que houver exames a revisar ou conduta a definir. A recepção agenda o retorno já na saída da consulta.
Consulta, exame e tratamento no mesmo lugar
A Preciore é a primeira clínica de São Luís dedicada exclusivamente ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das doenças da mama. Em um único espaço, a paciente encontra equipe multiprofissional, estrutura moderna e exames de alta precisão, sem precisar recomeçar o caminho em cada etapa.
Perguntas frequentes sobre prevenção, vacinação e saúde na menopausa
Quem é a Dra. Rachel Cossetti?
A Dra. Rachel Cossetti é médica oncologista clínica em São Luís (MA), CRM/MA 7811 e RQE 2462, da Clínica Preciore. Atua em oncologia clínica com forte ênfase em medicina baseada em evidências, prevenção e qualidade de vida durante e depois do tratamento.
Até que idade dá para tomar a vacina contra o HPV?
A vacinação de rotina é indicada dos 9 aos 14 anos, antes do início da vida sexual. Meninos e meninas até 19 anos que não foram vacinados ainda podem receber as doses no posto de saúde. Em grupos específicos, a indicação se estende até os 45 anos.
Quem tem câncer pode tomar vacina contra HPV?
Pode e deve, em muitos casos. Pacientes em tratamento oncológico, transplantados, pessoas vivendo com HIV e usuários crônicos de imunossupressores por doenças reumatológicas são considerados grupos de indicação especial, com faixa etária ampliada. A avaliação é individual, com a oncologista.
O que são fogachos e por que eles aparecem?
Fogachos são as ondas de calor da menopausa: calor súbito no rosto e no tronco, suores noturnos e prejuízo do sono. Eles ocorrem por uma desregulação do centro de controle da temperatura no cérebro, ligada à queda dos hormônios, e podem comprometer bastante a qualidade de vida.
Existe tratamento para fogachos sem hormônio?
Existe. A Anvisa aprovou o fezolinetante, medicação desenvolvida especificamente para tratar os fogachos da menopausa sem reposição hormonal. Ela age bloqueando o receptor NK3, envolvido na regulação da temperatura corporal. É uma alternativa relevante para quem não pode ou não deseja usar hormônios.
Quem teve câncer de mama pode tratar os sintomas da menopausa?
Pode, com opções não hormonais. Mulheres com diagnóstico de câncer de mama geralmente não usam terapia hormonal, mas isso não significa conviver com os sintomas. A chegada de medicações não hormonais amplia as possibilidades, sempre com indicação avaliada caso a caso pela oncologista.
Canetas emagrecedoras previnem câncer de mama?
Não é possível afirmar isso. Estudos observacionais apresentados na ASCO 2026 mostraram associação entre o uso de agonistas de GLP-1 e menor incidência de câncer de mama em determinados grupos, mas associação não é causa e efeito. São medicamentos com indicações específicas e possíveis efeitos adversos, e o uso exige acompanhamento.
Estudo observacional mostra associação, não relação de causa. A conduta não muda com base nesse tipo de dado isolado.
Obesidade aumenta o risco de câncer?
Sim. A obesidade aumenta o risco de vários tipos de câncer e também impacta o prognóstico da doença já diagnosticada. Os mecanismos envolvem inflamação crônica, resistência à insulina e alteração hormonal. Tratar a obesidade é investir em qualidade de vida e em redução de risco, não é questão estética.
As informações desta página têm caráter educativo e não substituem a consulta médica. Cada caso exige avaliação individual.
O primeiro passo é uma conversa
Atendimento particular e pelos principais convênios. Fale com a nossa equipe pelo WhatsApp e escolha o melhor horário.

